Conjurando o inferno
Introdução
A medida em que o Mago Negro cresce em seus poderes e habilidades, ele olha para seu
futuro mágicko e vê destacada a prática da Evocação Mágicka, o poder de ter batalhões de
forças espirituais materializadas diante dele, batalhões que ouvem os comandos e
desaparecem na noite para realizá-los.
Há mais trabalho para o Evocador do que memorizar idiomas estranhos e desenhar no chão.
Frequentemente, quando o diletante realiza seu primeiro ritual de evocação, o demônio irá
se apresentar diante dele, mas a solidez de sua forma e a sintonia dos sentidos não irá
coincidir, fazendo com que o convidado pareça ausente e o mago sozinho.
Duas faculdades precisam ser desenvolvidas antes de o ritual de evocação seja executado
com sucesso absoluto. A primeira delas é a habilidade de conjurar o demônio diante de si.
Quando o nome do demônio é chamado e seu selo ativado como um portal entre os
mundos, ele se aproximará e estará presente. Dessa forma o operador chamou o demônio,
mas ele não o conjurou diante de si. Um rumor que circula nos meios ocultistas hoje é o de
que o demônio não precisa se manifestar completamente para que o Magista possa usar sua
força e poder. Isso é parcialmente verdade, mas qualquer coisa que não seja o espírito
completamente manifesto diante do magista não pode ser considerada evocação, mas é
preferivelmente algum tipo de sigilizacão mágicka ou pior, um tipo de súplica. Usando
sigilos para chamar a presença do demônio ou ‘orar’ aos demônios pedindo assistência
realmente pode produzir resultado, mas não se compara a ter um demônio presente e
conversando com o Mago, planejando o futuro da matéria. A arte da verdadeira evocação
mágicka, da manifestação da entidade neste plano, começa a se tornar ofuscada, sendo
trocada pelas práticas menos efetivas da sigilização e oração.
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