terça-feira, 30 de agosto de 2016

Conjurando o inferno

Conjurando o inferno

Introdução 

A medida em que o Mago Negro cresce em seus poderes e habilidades, ele olha para seu futuro mágicko e vê destacada a prática da Evocação Mágicka, o poder de ter batalhões de forças espirituais materializadas diante dele, batalhões que ouvem os comandos e desaparecem na noite para realizá-los. Há mais trabalho para o Evocador do que memorizar idiomas estranhos e desenhar no chão. Frequentemente, quando o diletante realiza seu primeiro ritual de evocação, o demônio irá se apresentar diante dele, mas a solidez de sua forma e a sintonia dos sentidos não irá coincidir, fazendo com que o convidado pareça ausente e o mago sozinho. Duas faculdades precisam ser desenvolvidas antes de o ritual de evocação seja executado com sucesso absoluto. A primeira delas é a habilidade de conjurar o demônio diante de si. Quando o nome do demônio é chamado e seu selo ativado como um portal entre os mundos, ele se aproximará e estará presente. Dessa forma o operador chamou o demônio, mas ele não o conjurou diante de si. Um rumor que circula nos meios ocultistas hoje é o de que o demônio não precisa se manifestar completamente para que o Magista possa usar sua força e poder. Isso é parcialmente verdade, mas qualquer coisa que não seja o espírito completamente manifesto diante do magista não pode ser considerada evocação, mas é preferivelmente algum tipo de sigilizacão mágicka ou pior, um tipo de súplica. Usando sigilos para chamar a presença do demônio ou ‘orar’ aos demônios pedindo assistência realmente pode produzir resultado, mas não se compara a ter um demônio presente e conversando com o Mago, planejando o futuro da matéria. A arte da verdadeira evocação mágicka, da manifestação da entidade neste plano, começa a se tornar ofuscada, sendo trocada pelas práticas menos efetivas da sigilização e oração.

  
Download: aqui

Nenhum comentário: